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Caixa de Som de Embutir e Arandela

Caixa de som de embutir e arandela de teto


Caixa de embutir é a caixa que fica dentro do forro ou da parede, com só a tela aparecendo. Também é chamada de arandela, caixa de teto, caixa de gesso e caixa embutida. Todos os nomes descrevem a mesma coisa.


É o formato padrão de som ambiente residencial, e o motivo é o mesmo em todo projeto: distribuir som por vários cômodos sem que nenhum equipamento fique à vista.


Por que ela é decisão de obra, não de compra


A caixa de embutir precisa de um furo no forro, de espaço livre acima dele e de um par de fios chegando até lá. As três coisas são baratas antes do gesso fechar e caras depois.


É por isso que som ambiente aparece cedo no projeto de arquitetura e não na hora de mobiliar. Definido junto com a iluminação, cabe. Definido depois, vira quebra-quebra.


Os formatos, e o que muda entre eles


Redonda é o formato mais usado em forro de gesso. Conversa visualmente com spot de luz, some no teto e é o recorte mais fácil de fazer.


Quadrada resolve o projeto de arquitetura que trabalha com linhas retas, em que o círculo destoa do desenho do forro. Acusticamente é equivalente à redonda do mesmo modelo.


Retangular é o formato de parede, e também o formato das caixas LCR de home theater, que precisam de dois alto-falantes lado a lado.


Angulada tem o alto-falante inclinado dentro do gabinete, apontando o som para o lado em vez de para baixo. Serve para pé-direito alto, para caixa instalada longe de onde as pessoas ficam e para o ponto em que só existe um lugar possível no forro e ele não é o lugar certo.


Tweeter pivotante


Vários modelos trazem o tweeter móvel, que gira dentro da própria caixa e aponta o agudo para o ouvinte sem mudar a caixa de lugar.


Resolve o mesmo problema da angulada com mais precisão e sem mudar o recorte do forro. Em sala comprida ou corredor, é o que mantém a voz inteligível fora do ponto embaixo da caixa.


Borderless, a tela sem moldura


As linhas mais novas vêm sem aro aparente: a tela encosta no gesso e some. Instalada e massa corrida por cima, a caixa vira um círculo de tela no teto, sem borda plástica.


É o acabamento que projeto de arquitetura pede, e exige recorte mais preciso do que a caixa com moldura, que perdoa alguns milímetros.


Estéreo numa caixa só


Existe um tipo específico, marcado como estéreo ou de bobina dupla, que recebe os dois canais e toca os dois na mesma caixa.


Serve para ambiente pequeno onde só cabe uma caixa e mesmo assim se quer os dois canais: banheiro, lavabo, closet, corredor. Não substitui um par em sala, porque o estéreo depende de distância entre as duas caixas.


Quantas caixas e de que tamanho


A conta prática é cobertura. Uma caixa de 6 polegadas cobre bem um círculo de cerca de três metros no piso, com pé-direito normal. Ambiente de serviço resolve com uma; sala pede um par; área integrada pede quatro.


O tamanho do alto-falante manda no grave, não no alcance. 5 polegadas resolve banheiro e corredor; 6 polegadas é a medida geral; 8 polegadas é para sala grande, área gourmet e projeto que não vai ter subwoofer.


O que precisa estar previsto antes do forro fechar


O ponto de cada caixa, marcado junto com a iluminação para os círculos não brigarem no teto. O par de fios de cada ponto, saindo do rack ou do quadro de som. E espaço livre acima do forro, porque a caixa tem profundidade e precisa dele.


Em laje sem forro, ou em teto de madeira, a caixa de embutir não entra: o caminho nesses casos é a caixa de sobrepor.


Caixa de Som de Embutir e Arandela

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