Pré-Amplificadores e Streaming
Pré-amplificadores e streamers de áudio
Esta categoria reúne as peças que ficam antes do amplificador: as que trazem a música para dentro do sistema e as que escolhem, preparam e controlam o sinal até ele chegar às caixas.
É onde se decide de onde vem o som. O amplificador dá força e a caixa dá voz, mas é aqui que o sistema ganha a rede, o toca-discos e o controle pelo aplicativo.
Streamer de áudio: a música que vem da rede
O streamer é o aparelho que tira a música da internet e da rede de casa. Ele se conecta por Wi-Fi ou por cabo e toca os serviços de música, as rádios pela internet e os arquivos guardados em computador ou HD de rede.
Ele não tem potência para ligar caixa. A saída vai para um amplificador, por cabo analógico ou digital, e por isso é a forma mais simples de modernizar um sistema bom que já existe: o amplificador e as caixas continuam, e só a fonte muda.
Streamer, pré com streaming ou amplificador com streaming
São três jeitos de colocar a rede no sistema, e a diferença é quantas peças ficam na estante.
O streamer sozinho é a fonte, e precisa de um amplificador integrado. O pré-amplificador com streaming junta a fonte e o controle de volume, e trabalha com um amplificador de potência separado. O amplificador com streaming junta tudo numa caixa só, e só precisa das caixas acústicas.
Quanto mais separado, mais liberdade para trocar uma parte sem trocar o resto. Quanto mais integrado, menos cabo e menos espaço.
Pré-amplificador: o centro de controle
O pré-amplificador é onde se escolhe a fonte e se ajusta o volume. Ele recebe streamer, toca-discos, TV e CD, e entrega um sinal limpo para o amplificador de potência, que só cuida de empurrar as caixas.
Separar pré e potência é o caminho dos sistemas de alto desempenho, porque cada aparelho faz uma coisa só e não divide fonte de alimentação nem espaço com o outro.
Em som ambiente, o pré-amplificador também é a peça que leva a TV e o celular para as caixas da casa, com Bluetooth e entrada HDMI ARC, sem precisar de receiver.
Pré de phono: o que o toca-discos precisa
O sinal que sai da agulha do toca-discos é muito fraco e vem com os graves reduzidos e os agudos reforçados, por uma norma de gravação do vinil. O pré de phono amplifica esse sinal e devolve o equilíbrio original antes de mandar para o amplificador.
Muitos amplificadores e receivers não têm entrada phono. Nesse caso, o pré de phono é obrigatório, e ligar o toca-discos direto numa entrada comum resulta em som baixo e sem grave.
Vale conferir o tipo de cápsula. As de ímã móvel, chamadas MM, são as mais comuns e funcionam em qualquer pré de phono. As de bobina móvel, chamadas MC, têm sinal ainda mais fraco e pedem um pré que aceite MC.
Wi-Fi ou cabo
O Wi-Fi resolve bem a maior parte das instalações. O cabo de rede é o caminho quando o roteador está longe, quando a casa tem muitas paredes entre os dois, ou quando a biblioteca tem arquivos de alta resolução, que exigem mais da conexão.
Na obra, deixar um ponto de rede atrás do rack custa pouco e evita depender do sinal sem fio para sempre.