Processador de Áudio Digital e Gerenciador DSP
O processador de áudio é o equipamento que fica entre a mesa de som e os amplificadores e decide o
que cada caixa do sistema vai reproduzir. É ele que faz o crossover entre subwoofer, grave e
agudo, corrige o atraso entre caixas distantes, equaliza o ambiente e protege os alto-falantes com
limiter independente por saída.
Em sistema de sonorização de médio e grande porte, montar sem processador significa entregar a
mesma faixa de frequência para todas as caixas e deixar o ajuste de sala por conta do volume. É a
diferença entre um sistema que soa alto e um sistema que soa inteligível.
O que olhar na hora de escolher
Número de entradas e saídas define quantas fontes o sistema aceita e quantas vias de caixa dá para
controlar. Um processador de 4 entradas e 8 saídas atende um sistema estéreo com subwoofer, grave,
médio e agudo em cada lado, que é a configuração mais comum de salão e área de evento.
A frequência de amostragem e a resolução dos conversores determinam o quanto o processador
interfere no som. Equipamento de 192 kHz com conversores de 32 bits trabalha com margem de sobra
sobre o material de áudio e não vira o gargalo da cadeia.
Filtro FIR é o recurso de topo. Ao contrário do filtro convencional, o FIR permite corrigir fase e
resposta de frequência de forma independente, o que entrega alinhamento preciso entre as vias sem
o deslocamento de tempo que o filtro comum introduz.
Para quem é
Sonorização de salão de festas, igreja, auditório, academia, restaurante e área de evento.
Instalação fixa em que o sistema é entregue calibrado e não pode sair do ajuste. Locação de som
que precisa guardar configuração por montagem e recuperar em segundos. Home theater de alto nível
com caixas de embutir e subwoofers que exigem corte e alinhamento sob medida.
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